sexta-feira, 3 de junho de 2011



Agorafobia


Agorafobia é o medo de ruas amplas e espaços abertos, medo de ficar em lugares de onde seria difícil sair ou pedir ajuda.

Os lugares relacionados a agorafobia são lugares públicos, multidões, ou qualquer lugar distante da própria casa. O grau desse transtorno é medido pelo nível de dependência que o paciente tem, como: conseguir andar sozinho pela rua, andar no quarteirão, ir até a portaria, ir ao supermercado. Alguns pacientes descrevem sentir o medo de se manifestar o ataque ou exibir ansiedade na presença de outras pessoas, de desmaiar, ou ser visto num estado descontrolado sendo extremamente encarado como algo humilhante e embaraçante.
O início da manifestação da agorafobia é gradual e a piora ocorre pela persistência das crises de pânico. Na maioria dos casos a doença inicia-se geralmente após uma grande tensão proveniente de uma separação ou doença física que leva a piora do estado do paciente, tornando-se extremamente dependente.

Grande parte dos pacientes são constituídos por mulheres recém casadas com idade entre 25 e 36 anos, relacionando que muitas dessas jovens saem de um círculo familiar amplo para o isolamento do dia a dia como vivem grande parte das recém casadas. A dependência do marido nesse caso, é muito maior, e quando essa dependência fracassa, alguns pacientes passam a manifestar sintomas fóbicos.

A doença é manifestada por vômitos, sudorese abundante, perda do controle urinário ou instestinal, sintomas depressivos, síncope (desmaio).

O tratamento para agorafóbicos a base de remédios não costuma ser muito eficiente. A agorafobia costuma regredir na medida em que o paciente não tem mais crises de pânico, podendo levar anos. A melhor forma de tratamento é pela psicoterapia, onde avalia os níveis de ansiedade em intervalos regulares, com elaboração de situações do cotidiano como dirigir, caminhar, ir ao supermercado. Porém, para ser tratado é necessário que o paciente busque por ajuda psicológica, o que muitas vezes é um processo difícil e característico do agorafóbico.
Psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo


CRP: 06/72676


Aconselhamento e Orientação Psicológica Online





Psicóloga Regina: depressao infantil

Psicóloga Regina: depressao infantil

EDUCAR - Rubem Alves

sexta-feira, 27 de maio de 2011

PORTIFÓLIO

DICAS PARA MONTAR UM PORTIFÓLIO
Como desenvolver um Portifólio
Montando portfólios reflexivos
* Por que eu quero montar um portfólio?
1. Uso pessoal;

2. Uso profissional;

3. Para pesquisar minha prática.

Dicas para montar um bom PORTFÓLIO:
* Seja organizado;

* Crie sua marca = identidade artística (autonomia);

* Seja criativo;

* Registre e reflita sobre suas ações(olhando no seu portfólio pergunte-se sobre sua prática e métodos)

Montagem
1ª página: identidade artística;

2ª página: trajetória pessoal;

3ª página; dados da escola;

4ª página em diante: identifique as classes, séries nas quais você leciona, especifique se o portfólio será de uma ou mais turmas.
Incluindo itens no Portifólio
* Registros escritos do professor e alunos;

* Fotografias das atividades e projetos (momentos mais significativos);

* Desenhos;

* Depoimentos dos colegas;

* Depoimentos dos gestores.

 
Registro
" O registro da reflexão sobre a prática constitui-se como instrumento indispensável à construção desse sujeito criador, desejante e autor do seu próprio sonho”. (MADALENA FREIRE)

 
"... registro é história, memória individual e coletiva eternizadas na palavra grafada." (ibidem)


Alfabetização e Cia.: PROJETO: "BRINCAR É PRECISO"

Alfabetização e Cia.: PROJETO: "BRINCAR É PRECISO": "Projeto 'Brincar é preciso' Objetivos: • Resgatar o hábito de brincar nas crianças; • Socialização; • Conhecer diversos tipos de brincadei..."

Alfabetização e Cia.: PROJETO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL - SAPOS

Alfabetização e Cia.: PROJETO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL - SAPOS: "PROJETO: O PULO DO SAPO Faixa etária: 4 anos Objeto social do conhecimento: Língua Portuguesa e Ciências Objetivo do projeto: pro..."